[..:: Servidores – SP ::..] Fwd: ONG socorre Servidores Endividados [1 Anexo]

 

[Anexos de Jornalista Sylvio Micelli incluídos abaixo]

———- Mensagem encaminhada ———-
De: Serrano <serrano@ausepress.com.br>
Data: 5 de março de 2010 16:06
Assunto: ONG socorre Servidores Endividados
Para: servidores-sp@yahoogrupos.com.br, sylviomicelli@gmail.com

 EMPRÉSTIMO
CONSIGNADO :

      Irresponsabilidade
do poder público e ganância dos bancos estão levando muita gente à
miséria

                                

                        
        Associação
Brasileira do Consumidor

         Associação Brasileira
do Consumidor (ONG ABC)  vem
conseguindo vitórias na Justiça, 
livrando aposentados e funcionários públicos devedores  de não terem
nem o que comer

 

A partir
da última 6ª feira (26/02), 211 mil funcionários, aposentados e pensionistas da
Prefeitura de São Paulo  tiveram
suas contas bancárias transferidas compulsoriamente  do Itaú para o Banco do
Brasil.

Isso,
como sempre acontece no poder público, sem qualquer consulta aos correntistas
quanto às conveniências ou não da mudança; sujeitando-os a trabalharem com um
banco que pode não lhes ser interessante.

 

De Olho
Numa Clientela Que Não Tem Como dar
Calote

A razão é
simples : cumprimento de acordos do Prefeito com o Governador (o Banco do Brasil
absorveu a Nossa Caixa junto ao Estado) e o pagamento de R$726 milhões do BB à
Prefeitura por  essa
exclusividade.

Não é
apenas a folha municipal de R$500 milhões que  atraiu todo esse interesse do BB. A
melhor parte desse filé é o Empréstimo Consignado – verdadeiro néctar dos deuses
para as instituições financeiras.

 

Consignado Escraviza Barnabés e
Aposentados

 

O Presidente da Associação Brasileira do Consumidor (ONG
ABC), Marcelo Segredo, explica como esses empréstimos

vêm
destruindo a vida financeira de muita gente
:Vendido com uma
verdadeira salvação, por oferecer dinheiro a juros menores (nem por isso
baixos), o Empréstimo Consignado levou milhares de pessoas a tomarem dinheiro
para cobrir dívidas anteriores, assumindo 
prestações descontadas em folha por sessenta meses ou
mais.   

O problema é que, tendo garantia de receber, o banco
continua a oferecer limites maiores no cheque especial e no cartão de crédito,
levando o consumidor – já com 30% de seu salário comprometido com a prestação do
empréstimo consignado – a utilizar 
mais e mais  limites. O
banco, automaticamente, recolhe na fonte o suficiente para cobrir as prestações
ou os limites de especial e do cartão , mesmo que seja necessário tomar 70% do
pagamento que cai na conta do devedor.Então, resta ao consumidor o único caminho
de sobrevivência : afundar-se no limite do cheque especial, acumular mais
dívidas no cartão de crédito, ou então tomar novos empréstimos.Ou seja: o
consumidor está sendo financeiramente escravizado num endividamento perpétuo” –
sentencia.

 

                          
Com o BB, vem aí a 3ª Onda de Endividamento
dos Servidores Municipais

Há alguns anos, os
funcionários públicos do município de São Paulo recebiam seu salário através do
BANESPA, depois incorporado pelo Santander.Na época, esse banco ofereceu
empréstimos consignados a todos os servidores e milhares deles pegaram muito
dinheiro emprestado.

Depois, a prefeitura
mudou as contas dos servidores para o Itaú. E esse banco fez a mesma
coisa.Então, milhares de servidores que já deviam para o Santander passaram a
dever também para o Itaú.

E agora 211 mil
servidores/aposentados/pensionistas municipais estão com as suas contas
bancárias transferidas para o banco do Brasil. Por isso, de agora até o meio do
ano, os servidores receberão muitas ofertas de empréstimos e cartões de crédito
desse banco também. E aí teremos gente devendo para o Santander, para o Itaú e
agora para o Banco do Brasil.

Essas armadilhas têm dois grandes responsáveis : um é a
Prefeitura, que deveria verificar no holerite dos servidores que muitos deles já
estão sendo descontados em 40%, 50% e até 70% do seu provento. E deveria impedir
novos empréstimos, até porque a Justiça entende tais porcentagens como
abusivas.

Outro é o banco, que sabe, através do Banco Central, o
quanto o servidor já deve e mesmo assim tenta seduzí-lo com outras facilidades
que vão atirando-o na inadimplência.

O
empréstimo consignado
apareceu há alguns
anos como a grande solução na vida de funcionários públicos e aposentados em
dificuldades financeiras. Mas, na verdade, foi  uma solução para os bancos e
financeiras, porque emprestam dinheiro com garantia de pagamento através do
repasse direto na fonte pagadora.

 

Isso Acontece com todo o Funcionalismo
Nacional

O empréstimo consignado é tão  bom para os bancos que,
há 5 anos atrás, o 61% dos empréstimos eram do tipo  pessoal tradicional,
enquanto que apenas 39% eram consignados. Hoje, as posições se inverteram e o
consignado, que é mais seguro para o credor, representa
66%.

Mediante muita propaganda e facilidades, centenas de
milhares de pessoas contraíram empréstimos consignados e  vêm crescentes frações de seus
rendimentos sendo desviadas para os bancos e
financeiras automaticamente, sem passar pelas suas mãos.

A ONG ABC denuncia o que acontece em São Paulo, para mostrar uma
realidade nacional, em todas as esferas públicas. Todos os que têm emprego e
proventos garantidos são alvos dessa sedução bancária e vítimas da displicência
da Administração Pública.

Existem milhões de
pessoas nesse perfil no país, devendo muito aos bancos e vivendo estranguladas
financeiramente; subsistindo com a metade ou menos do que ganham.

 

ONG ABC Obtém Vitória na Justiça em
favor de Devedores

Mesmo sabendo que estão agindo de forma irregular ao tomar
70% ou mais do salário que cai na conta do devedor, os bancos os coagem e
obrigam a renegociações estapafúrdias, que até triplicam as dívidas.

Os abusos são tantos, que boa parte dos juízes e
desembargadores de São Paulo estão proibindo, em acato a ações judiciais,  que os bancos retenham mais do que 30%
do salário na fonte, pois, ao fazê-lo, “ferem os princípios da dignidade
humana”, previsto na Constituição.

O Ministério Público do Estado de São Paulo entrou em 2.009
com três ações contra dez bancos privados, acusando-os de cobrar juros abusivos
dos clientes em modalidades  como
crédito direto ao consumidor, cheque especial e cartão de
crédito. 

A Associação
Brasileira do Consumidor
acionou o judiciário  em favor da sra Flora, para
defendê-la e devolver a ela o direito de sobreviver. A Entidade conseguiu uma
liminar que impede o banco de reter todo o salário da consumidora, explicitando
o limite de 30% .O não cumprimento da liminar acarretará ao Banco em multa
diária de R$ 1.500,00.

Mediante isso, o banco teve de propor acordo pelo qual a
consumidora pagará R$ 200,00 de prestação mensal, valor esse que se enquadra no
equilíbrio de seu orçamento.

Outra ação de sucesso da ONG ABC  foi para a
aposentada municipal Gilda Rosa, que também já não conseguia mais
sobreviver com o que sobrava da sua aposentadoria depois dos descontos dos
empréstimos. Acaba de ser concluído um acordo, pelo qual a aposentada obteve
redução de suas dívidas e uma prestação adequada aos seus
proventos.

 

Justiça Só Socorre Quem Recorre a
Ela

Como a justiça não socorre os que dormem, a ONG ABC mostra
aos endividados pelo menos 2 disposições legais às quais podem recorrer
judicialmente :

 

1) O § IV do art.51 do Código de Defesa do Consumidor
prescreve: “considera-se obrigações consideradas iníquas e abusivas, as que
coloquem o consumidor em desvantagem exagerada; ou seja: incompatível com a
boa-fé e a equidade”;

2)  O inciso IV
do art.649 do Código de Processo Civil determina a impenhorabilidade (algo que
não pode ser retido) de salários, com a finalidade de preservar a dignidade
humana.

 

A ONG ABC, que atende e orienta pessoas físicas
gratuitamente, recomenda ao consumidor:

1-Não aceitar imposições.

2-Procurar seus direitos e defender-se, já que o problema
tem solução.

3-Mediante ajuda adequada, obter o salário de volta e
contornar toda essa situação de forma
tranqüila. 

4-Lembrar-se de que, ao assinar qualquer tipo de acordo ou
renegociação, poderá estar aceitando até duplicar ou triplicar a
dívida.

 

Associação Brasileira do Consumidor  Defende os
Interessados

A Associação
Brasileira do Consumidor
 , com
plantões de atendimento
próximos às estações Santana e São
Bento do Metrô,

disponibiliza consulta e orientação gratuitas para os consumidores; nessa e em
outras várias áreas.

        
 
Vide o vídeo
A
Defesa do Consumidor no Brasil”
em                                          
.          

            
http://www.youtube.com/watch?v=NonWApcixTA&feature=channel.

         
Mais informações sobre a Entidade podem ser obtidas no site
www.ongabc.org.br

 

Serviço : Associação
Brasileira do Consumidor
 

 

Atendimento
Sede Metrô São Bento

:

Rua São Bento, 82 -1º Andar – Cj 107 – Centro/SP
Tels (11) 3101-9727 / (11)
3101-9728   Email:
ongabc@uol.com.br

 

Atendimento
Sede Metrô Santana

 : Av.
Cruzeiro do Sul, 3.153 – Conj. 62 Tels (11) 2971-1971 /
(11)2950-4926
Email: 
atendimento@ongabc.org.br

Sugestão
de Entrevista

:

 Marcelo
Segredo


fundador e presidente da
Associação
Brasileira do Consumidor

(foto em anexo)

 

ATENDIMENTO
À IMPRENSA

 (dados,
fontes, entrevistas) :

AUSEPRESS
  Benedito
/ Priscilla/ Serrano
  (11)
4339-8855 / 4338-0926 / 9161-1164 / 9299-6898
                                
E-mail: ausepress@ausepress.com.br / noticias.ausepress@gmail.com
                                               
Jornalista responsável: Augusto Serrano – MTb 21.970  

SP0101

 

 

             

 

        


Com a saudação do jornalista Sylvio Micelli

Visitem:

>> Site: http://www.sylviomicelli.jor.br
>> Twitter: http://www.twitter.com/micelli

__._,_.___

Anexo(s) de Jornalista Sylvio Micelli

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Atividade nos últimos dias:

Orgulho de ser SERVIDOR PÚBLICO!

.

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